Artigos da Categoria ‘Tecnologia’

Wi-fi feito de sucata leva internet a lugares distantes da África. Aprenda a fazer o seu!

1/12/2011 17:08

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Pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, o MIT, usam materiais baratos- tela de galinheiro, pedaços de madeira e bateria de carro- para possibilitar o uso da internet por moradores de áreas distantes da África e Oriente Médio.

A equipe do MIT usa um roteador e os materiais citados e, também, ensina moradores do Afeganistão e do Quênia a montarem antenas e criarem redes abertas de wi-fi. A improvisação é feita graças a uma antena parabólica acoplada ao roteador. O sinal é enviado, por radiofrequência, até uma segunda antena. Quanto mais parabólicas instaladas, maior a nuvem de sinais e mais gente pode se conectar.

Atualmente, o projeto abrange 45 centrais de distribuição de internet livre no Afeganistão e 50 no Quênia, onde a iniciativa já conectou três cidades inteiras. Perante todos os problemas da África, esta iniciativa parece ser pouca, mas é salutar e deve com certeza servir de exemplo para outras futuras.

A coordenadora do projeto, Amy Sun, deu a dica para montar um wi-fi caseiro:05665267400 Wi fi feito de sucata leva internet a lugares distantes da África. Aprenda a fazer o seu!

1. Baixe no site do projeto (fabfi.fablab.af/distribution) os moldes para a antena. Risque-os em uma superfície lisa de madeira.
2. Corte a madeira seguindo as formas marcadas. Use o triângulo como base. Encaixe os arcos na perpendicular, como mostra o desenho.
3. Grampeie uma tela de arame na base superior de madeira, de forma que cubra toda a parte interna da antena. Estique-a bem para não formar ondas.
4. Coloque o roteador dentro de um plástico (para se precaver de chuvas) e apoie-o em um dos arcos. Configure-o seguindo as instruções do fabricante.
5. Ligue o roteador na bateria do carro. Vire sua pequena antena para o centro do arco. Mire a parabólica para outra como ela. O sinal viaja até 10 km.

(via Revista Galileu)

Cofundador da Apple ganha celular com sistema operacional do Google Steve Wozniak posou para foto com smartphone concorrente do iPhone. Em outubro, Wozniak ficou 20 horas na fila para comprar o iPhone 4S.

24/11/2011 13:35

Fonte: http://g1.globo.com

Steve Wozniak, que fundou a Apple ao lado de Steve Jobs, posou para uma foto ao lado de seu novo Galaxy Nexus, smartphone que usa o sistema Android, um dos principais concorrentes do iPhone, feito pela empresa que ajudou a criar. As fotos foram divulgadas em redes sociais na sexta-feira (18).

Steve Wozniak ao lado do time responsável pelo Android, do Google (Foto: Reprodução)

O Galaxy Nexus, fabricado pela Samsung e com software do Google, traz a nova versão do Android, batizado de Ice Cream Sandwich. Ainda não há previsão de chegada do aparelho ao Brasil.

Funcionários do próprio Google compartilharam fotos de Wozniak com o smartphone no Google+, a rede social da empresa. Além do celular, o cofundador da Apple ganhou uma camiseta da nova versão do Android.

“Aparentemente, o único jeito de ter o novo Galaxy Nexus com Android 4.0 [Ice Cream Sandwich] nos Estados Unidos é ser o Steve Wozniak”, publicou Nicolas Roard, engenheiro que trabalha no Android. Adam Powell, outro funcionário do Google, agradeceu a visita de Wozniak pela rede social.

Em outubro, Wozniak passou 20 horas na fila para comprar um iPhone 4S, a nova versão do smartphone da Apple. Na ocasião, o cofundador da empresa foi o primeiro a chegar na loja.

Game que usa guitarra de verdade chega ao Brasil por R$280

24/11/2011 13:33

Fonte: http://pcworld.uol.com.br

O jogo Rocksmith, que usa guitarra de verdade como controle, chegou nesta segunda (21) às lojas brasileiras em versões para Xbox 360 e PS3. O game, que custa por 280 reais, vem com o cabo Real Tone, que transforma o sinal analógico em digital, permitindo a integração de uma guitarra com os consoles.

Entre as 26 músicas no Rocksmith, estão clássicos do rock como “I can’t get no) Satisfation”, dos Rolling Stones;  ”Sunshine Of Your Love”, do Cream e “Sweet Home Alabama”, do Lynyrd Skynyrd.

“Entre meus amigos da música, sempre discutimos porque não faziam um jogo musical com instrumentos de verdade”, disse o guitarrista da banda Angra, Rafael Bittencourt. “Sinto que poderei utilizar o Rocksmith em aulas e workshops como um instrumento de ensino”.

AngraO guitarrista do Angra, Rafael Bittencourt, com o Rocksmith

No game, o nível de dificuldade aumenta de acordo com o desempenho dos jogadores, indo do básico ao profissional, com modos de jogo que são desbloqueados para aprimorar técnicas específicas.

“A guitarra de mentira era um desconforto pra mim. A proposta de tocar um instrumento falso afastava as pessoas com talento potencial da real experiência de se fazer música. Afinal, o que irá manter o rock vivo são os músicos de verdade, não os campeões virtuais”, disse Bittencourt.

Veja abaixo o vídeo de um jogador do Rocksmith:

Google Street View lança página para visitação virtual de estações de esqui Equipe da empresa reuniu imagens panorâmicas das estações. Fotos foram capturadas com uma espécie de moto para a neve.

24/11/2011 13:32

Fonte: http://g1.globo.com

A equipe do Google Maps anunciou nesta terça-feira (22) que reuniu em uma galeria as imagens feitas pelo Google Street View de estações de ski dos Estados Unidos e do Canadá. O Street View é o serviço do Google que faz fotos panorâmicas de cidades e as disponibiliza na internet.

Segundo Ryan Falor, responsável pelas coleções especiais do Street View, as imagens de locais com neve foram capturadas com um snowmobile, uma espécie de moto para a neve.

O veículo começou a fazer imagens para o site há dois anos, durante os jogos de inverno de Vancouver, no Canadá.

Além da coleção de imagens de estações de ski, o Google reúne galerias que possibilitam viagens para lugares como parques de todo o mundo, pontos de referência e praias do Hawai.

Estação de esqui do Canadá que foi mapeada pelo Street View (Foto: Reprodução)

Chineses preferem iPhone e deixam celular ‘xing-ling’ para exportação

22/11/2011 16:20

Fonte: http://g1.globo.com

Celulares no metrô de Shanghai, na China (Foto: Leopoldo Godoy/G1)

Nos grandes centros chineses como Pequim e principalmente Shanghai, o smartphone já se mostra mais onipresente do que no Brasil. Nestas cidades, o mercado parece ter uma divisão bastante diferente da observada no resto do mundo: o iPhone, da Apple, é o preferido dos consumidores. Os chineses ainda valorizam produtos da finlandesa Nokia, que sofre com a queda de sua participação em mercados como o americano e o europeu.

Por aqui, o Android, do Google, sistema operacional mais utilizado em smartphones no resto do mundo, parece ainda engatinhar. É difícil encontrar propagandas da maior fabricante de aparelhos com Android, a Samsung. LG, Sony Ericsson e Motorola, outras fortes na produção de celulares com o programa do Google, simplesmente parecem não existir.

Loja da Apple em Shanghai (Foto: Leopoldo Godoy/G1)

E os celulares vendidos no Brasil como “MP9”, “MP10”, ou qualquer dessas siglas utilizadas extraoficialmente para demonstrar o número de funções do aparelho, vão bem em seu país de origem? Pelo menos nas grandes cidades, não. Os smartphones popularmente apelidados de “xing-ling”, imitações de modelos mais famosos – como o próprio iPhone – praticamente não são vistos nas mãos dos chineses.

Nas ruas, em restaurantes, no metrô e nos aeroportos, o mais comum mesmo é encontrar pessoas utilizando o smartphone da Apple. O iPhone 4 com 8 GB é vendido nas lojas oficiais da Apple por 4 mil yuan, ou cerca e R$ 1,1 mil, valor que deve cair com a chegada do novo modelo 4S. O de 16 GB custa 5 mil yuan, menos de R$ 1,4 mil. No Brasil, o modelo custa R$ 400 a mais.

O sucesso iPhone é apenas um dos sintomas da “applemania” na China. A loja da companhia americana no distrito de Pudong, em Shanghai, inaugurada em julho, fica lotada durante todo o tempo em que permanece aberta. Trata-se da segunda loja da empresa, que já operava na capital Pequim, na China continental. Para tentar saciar a fome do consumidor de Shanghai por iPads e outros produtos da Apple, a cidade já ganhou mais duas lojas.

Chineses lotam loja da Apple atrás de iPhones, iPads e outros produtos (Foto: Leopoldo Godoy/G1)

Dennis Ritchie, 1941 – 2011

13/10/2011 9:36

fonte: br-linux.org

Dennis Ritchie, criador da linguagem C (desenvolvida inicialmente por ele entre 1969 e 1973) e co-criador do Unix (juntamente com Ken Thompson) faleceu no último final de semana, após uma longa enfermidade. Ritchie aposentou-se em 2007 como pesquisador na Lucent (então proprietária dos antigos Bell Labs, onde nasceu o Unix), mas permanecia atuando como consultor.
Nós usuários de um clone do Unix devemos muito às suas ideias originais e ao esforço que fez para disseminar a linguagem C e o sistema operacional Unix.

Tive oportunidade de escrever há pouco tempo no developerWorks sobre uma das últimas homenagens recebidas pessoalmente por Ritchie em honra ao seu papel na origem do Unix: o Prêmio Japão, entregue anualmente a pessoas de todas as nacionalidades cujas realizações em ciência e tecnologia sejam reconhecidas como tendo feito avançar as fronteiras do conhecimento e servido à causa da paz e prosperidade para a humanidade.

Segundo a descrição publicada pela fundação japonesa que administra o prêmio, “comparado a outros sistemas operacionais mais conhecidos na época, seu novo e avançado SO era mais simples, mais rápido e apresentava um amigável sistema de arquivos hierárquico”. A fundação também reconhece no UNIX uma das forças que impulsionaram o desenvolvimento da Internet, em grande parte devido ao BSD, a versão expandida que foi desenvolvida no campus de Berkeley da Universidade da Califórnia e que incluía o protocolo TCP/IP, fato que também levou ao surgimento da cultura Open Source.

Descanse em paz, Dennis Ritchie. Suas contribuições para o desenvolvimento da informática e tecnologia frutificaram de maneiras que você acompanhou ao longo de décadas de vida, e ainda por muito tempo seu nome será lembrado e associado a uma obra que certamente mudou o ambiente tecnológico de várias maneiras positivas e duradouras.

Ilha será ‘movida’ a óleo de coco e luz solar até 2012.

5/10/2011 13:19

 
Atol Fakaofo é um dos três que compõem a ilha Tokelau, no sul do Pacífico,
região que será 100% alimentada por energia renovável
Foto: Wikimedia/Reprodução

Óleo de coco e luz solar serão as duas fontes renováveis de energia para a produção de toda a eletricidade da ilha de Tokelau, na Nova Zelândia. O sol será responsável por 93% do total, e o restante virá dos frutos dos coqueiros. A ilha no sul do Pacífico deve atingir o patamar totalmente sustentável até a metade de 2012, segundo o líder local Foua Toloa. Automóveis e alguns dispositivos de cozinha ainda usarão combustível de origem fóssil. As informações são da NewScientist.

A ilha de Tokelau, composta por três atóis, abriga 1,5 mil pessoas e consome cerca de 600 litros de combustível fóssil por dia atualmente – sendo esta a principal origem da energia elétrica do local. Querosene, gasolina e gás natural vêm da Nova Zelândia.

No meio do próximo ano, a ideia é que cada atol tenha uma usina de energia solar, com baterias para armazenar a eletricidade gerada durante o dia para o consumo durante a noite. Para suprir a demanda em momentos de alto consumo ou em períodos nublados, um gerador movido a óleo de coco será usado para abastecer as residências e recarregar as baterias do conjunto solar.

A área ocupada pelos painéis fotovoltaicos em cada atol deve ser de cerca de 200 metros quadrados, de acordo com Christopher Dey, da Universidade de Sidney, na Austrália. Quanto ao óleo vegetal, serão necessários 20 a 30 litros por dia, o equivalente a cerca de 200 cocos, segundo o estudo de viabilidade realizado pela Empower Consultoria, da Nova Zelândia. A empresa afirma que a quantidade torna o processo sustentável, considerando a presença abundante do fruto na região.

A ilha de Tokelau não será a primeira a ser 100% verde em termos de produção de energia. Em 2007, a ilha de Samso, na Dinamarca, se tornou a primeira a suprir sua demanda energética exclusivamente a partir de recursos renováveis. Com área duas vezes superior à de Manhattan, onde fica uma parte da cidade de Nova York, nos Estados Unidos, a energia do local vem majoritariamente de usinas eólicas, que produzem 100 milhões de quilowatts hora por ano.

Os atóis neozelandeses também não mão são os únicos tentando atingir o patamar de sustentabilidade. El Hierro, a menor ilha das Canárias, na Espanha, que abriga 11 mil pessoas, também quer que toda a sua energia venha de fontes renováveis. A expectativa da região espanhola é atingir o objetivo até o final de 2011.

 

Por : terra.com.br

Google integra chamadas telefônicas ao Gmail.

26/8/2010 20:43

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por /MeioBit

O Gmail é um excelente cliente de emails, tem lista de tarefas embutida, bate-papo com vídeoconferência também, e agora acaba de ganhar mais um recurso — e dos mais legais e úteis: ligações telefônicas. A novidade baseia-se na expertise do Gizmo5, programa de ligações VoIP adquirido pela Google em novembro do ano passado.

O novo recurso integra-se com o Google Voice, infelizmente ainda indisponível no Brasil, e chega com uma política de preços agressiva para fazer frente com o Skype. Pelo menos até o fim do ano, americanos e canadenses poderão fazer ligações locais gratuitamente. Em ligações internacionais, as taxas são bem competitivas, por volta US$ 0,02 por minuto para países mais conhecidos. Ligações para o Brasil, por exemplo, têm os seguintes preços:
O Engadget já realizou testes com o novo recurso, e no referido post, relata que a qualidade de som é equiparável, senão superior, à do Skype (acostume-se, comparações do tipo serão constantes daqui para frente). A ligação via Gmail só perde feio no cancelamento de ruído do microfone embutido no notebook, coisa que o Skype, segundo eles, faz melhor.A Google venderá créditos para ligações via Google Checkout. Essa, aliás, será a única fonte de renda, inicialmente, da novidade. Usuários americanos serão os primeiros a receberem o upgrade no Gmail. Para o resto do mundo? Aparentemente, nada foi dito…

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Foto com 70 Gigapixels – Novo recorde na Hungria

5/8/2010 9:28

Essa história de fotos panorâmicas com trocentos gigapixels já está ficando meio batida. Se você tem um bom equipamento e o computador da NASA a sua disposição, então é possível alcançar qualquer coisa. O recorde agora veio da Hungria e foi feito por um grupo de jovens fotógrafos. A diferença aqui é que eles não foram bobos e saíram à procura de patrocínio para colocar a coisa toda funcionando.

Eles bateram na porta de algumas empresas e a Sony, Microsoft e Epson toparam bancar a brincadeira. O local escolhido para fazer as imagens foi uma torre de vigilância em Budapeste que foi construída há mais de 100 anos. La eles montaram um tripé com uma cabeça motorizada (construída especialmente para o projeto) e se utilizaram de uma Sony Alpha 900 de 24 megapixels equipada com a lente Minolta AF 400mm f4.5 APO G para fazer as imagens.

Feitas as fotos, que levaram 3 horas para serem capturadas, os indivíduos se utilizaram de um Dell Precision T7500 equipado com dois processadores Intel Xeon com núcleo quádruplo, com 24 GB de memória RAM e capacidade de armazenamento de 6TB (eu ficaria muito feliz com um computador desses). Se você já acha o Photoshop CS5 pesado, então fique sabendo que o Autopano Giga (software usado para juntar tudo) levou dois dias para processar uma imagem com 590.000×121.000 pixels (ou 70 gigapixels).

Bacana de se ver e deve dar uma promoção legal para os idealizadores do projeto, mas não vejo aplicabilidade. Lógico que se estiver atrelado a uma campanha turística (embora já tenham empresas que apostem na fotografia panorâmica para promover seus produtos) vai gerar uma renda. Mas, por enquanto só está dentro do campo do quem faz o maior.

Veja no site oficial do projeto e faça uma visita virtual a Budapeste.

Fonte: http://meiobit.com/

Google Earth usado para cobrar impostos.

3/8/2010 17:17

por Rodrigo Ghedin/Meio Bit
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Google Earth.O Google Earth é legal e tem mil usos, e isso é tão verdade que agora autoridades americanas encontraram mais um: utilizar a tecnologia de imagens de satélite da Google para procurar sonegadores que não declaram terem piscinas em suas casas. A bem da verdade, a ideia não é original. A Grécia já faz isso desde fevereiro, e agora os EUA, via Riverhead, em Long Island, seguem a moda.

A iniciativa, pelo menos, deu resultado. Em Riverhead, graças ao Google Earth foram encontradas 250 piscinas não declaradas, as quais, convertidas em multas, somam US$ 75 mil. Junte a isso o adicional nos impostos que a partir de agora esses proprietários terão que pagar, e…

Casos em que imagens do Google Earth e/ou StreetView flagram situações incômodas e acabam gerando dor de cabeça para pessoas e a própria Google não são novidade, mas o uso consciente da ferramenta por instituições governamentais ainda é um tema bastante novo e, até onde se sabe, não cogitado pela Google quando na concepção dessas tecnologias. Ainda não se sabe se ela tomará alguma atitude para dificultar esse tipo de uso de suas ferramentas; o TechCrunch entrou em contato com representantes da empresa, mas até agora, não receberam uma resposta.

O grande “x” da questão é que, caso a Google tome partido dos sonegadores, estará protegendo e, de certa forma, sendo conivente com uma ação ilícita — por mais que doa no bolso o acréscimo no equivalente ao nosso IPTU para os americanos por conta de uma piscina, ainda assim é necessário pagá-lo. Mais uma vez, por causa de questões envolvendo privacidade a Google se vê num dilema dos mais difíceis.