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Youtube ganha editor de vídeo online

22/6/2010 8:48

Uma novidade apareceu recentemente no TestTube, o equivalente ao Labs do Gmail para o YouTube: um editor de vídeos online. De cara, pensei nisso como uma alternativa bem sacana ao Windows Live Movie Maker e iMovie, afinal, o Chrome OS vem aí, sem programas locais, tudo rodando na nuvem, como a Google quer.

Usuários do Chrome OS, enjoy your video editor :-P .

É simples, de tudo. Há dois painéis na parte de cima, um com seus vídeos, submetidos a qualquer tempo ao YouTube, dividido por uma guia com músicas, todas provavelmente disponíveis via alguma licença de uso gratuito, como a Creative Commons. À direita, aparece a pré-visualização do resultado. Na parte inferior, uma timeline de dar pena, com espaço para miniaturas dos vídeos e, abaixo, outra para a trilha sonora.

Editor de vídeo online do YouTube

O único recurso de edição de vídeos mesmo que esse editor possui é o recorte. Como o editor em si, simples até a medula.

Editor de vídeo online do YouTube

É nessas horas que o conceito de “nuvem extreme” mostra suas deficiências. Não duvido que, um dia, num futuro muito distante, teremos um equivalente ao Sony Vegas acessado pelo navegador, mas, no momento, a ideia é um tanto improvável, além de inviável. A Google, pelo menos, tenta.

Fonte: Meio Bit

NY Times cobrará por conteúdo online em 2011

17/5/2010 10:11

NY Times cobrará por conteúdo online em 2011

The New York Times passa a ter conteúdo pago em janeiro de 2011: medida quer diminuir os estragos ocasionados pela queda de renda publicitária

SÃO PAULO – O jornal americano “The New York Times” iniciará a cobrança por conteúdo online em janeiro de 2011, segundo o “The Wall Street Journal”.

A medida, diz o editor executivo do NYT, Bill Keller, visa valorizar o jornalismo profissional e recuperar o prejuízo que a publicação tem com a falta de propaganda.

O modelo de assinaturas, no entanto, ainda não está definido. O jornal já fez experiências com conteúdos fechados por dois anos, mas acabou liberando o modelo de assinatura em 2007 por não ter obtido muito sucesso.

Nos Estados Unidos e na Europa, o modelo de negócio pago na web vem se tornando a principal alternativa para os grandes grupos de mídia voltarem a prosperar. “The Wall Street Journal”, de Rupert Murdoch, é um dos poucos periódicos que consegue manter efetivamente seu conteúdo pago na internet; já na França, o jornal de maior tiragem local, “Le Figaro”, reformulou o site em fevereiro e já cobra por conteúdos específicos na internet.

Fonte: info.abril.com.br