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Site da FIFA possui recurso para deficientes

14/6/2010 11:51

Site da FIFA possui recurso para deficientes

Deficientes auditivos contam com transmissões adaptadas dos jogos da Copa no site da Fifa

 

SÃO PAULO – Deficientes auditivos podem acompanhar a todos os 64 jogos da Copa em transmissões comentadas em linguagem de sinais por meio do site da Fifa.

A iniciativa é uma parceria da entidade com as associações de portadores de deficiência auditiva da África do Sul.

 Segundo a Fifa, 70 milhões de deficientes auditivos em todo o mundo terão acesso às transmissões adaptadas no site da entidade.

O Mundial sul-africano é o primeiro da história das Copas adaptado a necessidades de portadores de deficiência visual e auditiva.

Seis dos dez estádios sul-africanos que recebem as partidas contam com lugares reservados exclusivamente a deficientes visuais.

Durante 19 dos 64 jogos da Copa, quem tem problema de visão pode acompanhar as partidas com o auxílio de fones de ouvido fornecidos pela Fifa. Voluntários foram designados para ajudar o deficiente visual nos locais das partidas.

De acordo com o presidente da Fifa, Joseph Blatter, a adaptação de estádios e transmissões é mais um passo para a popularização total do esporte. “O futebol é um esporte universal e tem de ser acessível a todos”, afirmou, em comunicado.

(Com informações da Agência Brasil)

Fonte: Plantão INFO

NY Times cobrará por conteúdo online em 2011

17/5/2010 10:11

NY Times cobrará por conteúdo online em 2011

The New York Times passa a ter conteúdo pago em janeiro de 2011: medida quer diminuir os estragos ocasionados pela queda de renda publicitária

SÃO PAULO – O jornal americano “The New York Times” iniciará a cobrança por conteúdo online em janeiro de 2011, segundo o “The Wall Street Journal”.

A medida, diz o editor executivo do NYT, Bill Keller, visa valorizar o jornalismo profissional e recuperar o prejuízo que a publicação tem com a falta de propaganda.

O modelo de assinaturas, no entanto, ainda não está definido. O jornal já fez experiências com conteúdos fechados por dois anos, mas acabou liberando o modelo de assinatura em 2007 por não ter obtido muito sucesso.

Nos Estados Unidos e na Europa, o modelo de negócio pago na web vem se tornando a principal alternativa para os grandes grupos de mídia voltarem a prosperar. “The Wall Street Journal”, de Rupert Murdoch, é um dos poucos periódicos que consegue manter efetivamente seu conteúdo pago na internet; já na França, o jornal de maior tiragem local, “Le Figaro”, reformulou o site em fevereiro e já cobra por conteúdos específicos na internet.

Fonte: info.abril.com.br